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quarta-feira, 5 de abril de 2017

Ouvi o Tédio Chorar


 
Dias negros vivi amargando triste escuridão
Eu imaginava lá fora um belo dia ensolarado
Aqui dentro do meu coração, alegria havia não
Malvada tristeza mantinha-me desconsolado...!

Meu jardim já não produzia mais flores
Meu olhar desbotou, tudo era sem graça
Quando me dei conta dos dias de horrores
Garimpei um novo contexto, rasguei a couraça...!

O que era fosco em brilho foi transformado,
Pude vislumbrar novas cores, voltei a sorrir
Senti uma força superior, do chão fui içado
Para o vão da liberdade, feliz eu pude ir...!

Quase carcomida, num canto qualquer
À duras penas consegui a tristeza expulsar
Rebelei-me contra o triste retroceder
Fechei as cortinas do sim, ouvi o tédio chorar...!

dinapoetisadapaz

sábado, 1 de abril de 2017

Vamos brincar com a Chica núm 10?



&- Vamos brincar com a Chica núm 10?-&

http://sementesdiarias.blogspot.com.br/







Violência provém de um ser QUASE monstro!





Mendigar amor,  é  QUASE que uma doença


As boas ações QUASE sempre são ignoradas



Por aquele amor, QUASE cometi grandes loucuras

dinapoetisadapaz

sexta-feira, 31 de março de 2017

Véu invisivel ( sem a vogal "a")


 

Se estou com você sinto como se o mundo fosse só meu, o conforto do seu colo produz em mim um intrépido vigor. És meu porto seguro, o véu invisível que me protege.
Se pretendes ver-me longe, nem pense; vou defender meu direito de dependente dos bons e felizes momentos, esses que vivemos, sem eles serei um esqueleto vivo no tempo. Compreendo que ninguém é dono de ninguém, porém entre nós existe um nó, e você colocou-me dentro dele, um nó onde meus quereres de certo querem sentir bem de perto, os seus quereres.
Por hoje é só, pensei, revirei o ego, engoli em seco, com os verbetes escondidos tenho que recolher meu instrumento de escrevente... restou um oco no cerebelo, você ficou!

dinapoetisadapaz


quinta-feira, 30 de março de 2017

Timidez Texto sem a vogal "A"




Sou tímido sim, converso pouco, observo muito, porém sou um sujeito que prende no cérebro o que meus olhos detêm, sou inteligente, desenvolvo projetos que se escondem sob o profundo medo que me encolhe, que decresce meu ser, que me põe de rosto vermelho, é um poderio forte que reduz meu desempenho, sente-se dono de mim... Fico inerte, impotente e despenco.

Um momento de desespero que com muito custo hei de vê-lo desprender-se de mim, este medo terrível...!
Quem criou este improducente e incoerente sentimento destruidor?
Tenho quereres fecundo, sei que vou vencer, creio que o medo tem seu tempo, e eu terei o meu. Espero por meus momentos e crescimento isento do medo.